CERTO OU ERRADO?!?!
Normalmente escrevo melhor quando estou brava, parece que as idéias fluem melhor, aproveitando o fato de eu estar TOTALMENTE FURIOSA, resolvi "desopilar o figado".
Comecemos do começo, nada mais óbvio.
Ontem fui na casa do Victor, ele estava meio para baixo e já que já me disseram na minha cara que sou a palhaça da turma, fui lá cheer him up. Até aí, tudo muito bom, tudo muito bem até que (sabe acho q não posso falar isso assim para todo mundo ver) aconteceu uma coisa que me deixou FURIOSA( que é a coisa que eu não posso falar), o que me levou, as usual, a divagar sobre as pessoas complexadas, na minha opnião, existem duas: aquele tipo que diz que faz e acontece, que se acha o máximo e tudo mais, mas na sua intimidade, se acha um fracassado, que não consegue nem escovar os dentes sozinha (modo e dizer) mas para não deixar essa "fraqueza" transparecer se faz de "o todo poderoso" , e aquele tipo que precisa de auto afirmação e afirmação dos outros também, sabe, aquelas pessoas que choram pq só tiraram 9 na prova e não dez, é como se a Gisele Bunchen chorasse antes de entrar na passarela pq se acha gorda, tirando aquelas pessoas que tem anorxia e/ou bulimia uma Gisele Bunchen da vida sabe que é um pau de virar tripa mas quer ouvir isso de alguém, só para inflar seu ego, quer se auto afirmar etc...etc..etc...
Pronto figado desopilado contra aquela vadia...(oops, que palavra feia, não costumo usa-la, mas nesse caso foi necessário)
Enfim, não foi sobre complexos que vim falar.
Ontem enquanto estava na casa do Vi, ele tava me falando que tinham ido naquele programa do leão, uns caras falando que o desenho Yu-Gi Oh é coisa do demo. Óbviamente rimos durante horas, e para minha sorte, a "polêmica" chegou até o programa de ontem, que eu tive o prazer de ver.
Amei uma professora que foi lá e falou que deixa sim seus filhos jogarem Yu-Gi Oh pq ela jé teve uma conversa com eles explicando o que é o bem e o que é o mal, por assim dizer, pq quem realmente pode afirirmar o que é o bem e o que é o mal, muitas vezes o que é bom para mim, o que me fez bem, faz mal pra o meu vizinho, é a mesma coisa querer dizer o que é certo e o que é errado, acho que tudo é subjetivo, as vezes uma coisa que um considera errado, pode ser certo para outro, e vice cersa, acho que ninguém tem esse grande poder de discernimento, essa grande visão.
Mas voltando ao Yu-Gi Oh, fiquei indignada com a importância que eles deram ao assunto, já que para eles, a criança que tem contato com algo que para eles leve ao ocultismo ou a magiana negra, consequentemente adquirá gosto pela coisa, ah, façam me o favor, é como se dissessem que esse desenho está criando as nossas crianças, que estas crianças não tem um pai ou uma mãe para orienta-los, não digo que acho que os pais devem falar "olha meu filho, siga por este caminho que é o melhor para você" não acho isso, afinal não significa que pq eu atravessei um caminho de forma mais fácil que para todos esse caminho será bom também, eu acho que a função dos pais é de mostrar tudo o possível que esse caminho possa conter para que aí sim eles possam escolher por onde ir. Meu irmão e eu fomos criados assim e escolhemos caminhos super diferentes, errados? Não, eu escolhi o que era certo para mim e ele o certo para ele.
Voltando ao programa de ontem, um dos caras contra o Yu-gi Oh convidou os pais a passarem 20 minutos do seu dia tentando entender esse jogo para verem o quanto ele é maléfico e assim proibir seus filhos de jogá-lo, faço um convite melhor, convido os pais a passaram 20 minutos do seu dia conversando com seus filhos, ensinando que os monstros contidos naquelas cartas são tão irreais quanto o lobo mal e a madrasta da branca de neve. Que há sim um poder do bem e um do mal, que há sim um Deus e o satánas, mas que não serão estes evocados através de um joguinho rídiculo, jogado por crianças inocentes. Os adultos tem que parar de pensar com cabeça de adulto quando o assunto é criança, afinal, ora eles subestimam a inteligência deles, ora eles superestimam. Temos que tomar muito cuidado sim com o que falamos para as crianças afinal, quer queira quer não, isso ficará guardado no seu subconsiente para sempre já que quando somos crianças "gente grande" sempre tem razão, eles nunca iriam mentir para nós.
Acho que falei mais o que devia mas menos do que queria.
"Although I´ve said too much I haven´t said enough"




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